Mostrando postagens com marcador Mídia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Mídia. Mostrar todas as postagens

domingo, 22 de junho de 2008

Resenha do filme: E se fosse verdade



O filme Just Like Heaven (E se Fosse Verdade) do diretor, Mark Waters, filmado em 2005 nos EUA, foi baseado no livro If Only It Were True (Se apenas isso fosse verdade) de Marc Levy. Trata – se de uma comédia romântica com muitas aventuras entre os protagonistas, uma linda loira residente de medicina Elizabeth Masterson, a atriz Reese Witherspoon, e um arquiteto David Abbott, o ator, Mark Ruffalo.
A história começa, com um acidente de carro que deixa a estudante em coma induzido por seis meses no hospital da cidade. Nesse período, o apartamento dela é alugado, por sua única irmã, pois as chances de sobrevivência eram mínimas.
O arquiteto passa a morar no apartamento, e freqüentemente passa a ver o espírito da estudante, mas o curioso, é que só ele consegue essa proesa. Por mas que ele tente de diversas maneiras tirar o espírito da moça do apartamento, contratando pessoas para fazer mandingas, dentre outras coisas, não aconteceu.
Eles acabam se apaixonando, apesar de só ele poder vê-la, e ele é o único que pode impedir que os aparelhos que a mantém sejam desligados. Pois antes de entrar em coma ela assinou um documento, se caso estivesse nesse estado, poderia desligar os aparelhos, porém, ao perceber que poderia voltar ao plano material, lutou ao máximo para que o mesmo fosse feito.
Falar da vida humana é sempre um assunto interessante, ainda, mas se estiver em questão a espiritualidade, que deixa o filme com mais emoção, mais reflexivo, e nos faz pensar em coisas simples do dia - a - dia, como por exemplo, a solidariedade, o querer bem e o amor. Na correria das grandes cidades, acabamos deixando de lado, mas o filme resgata esses sentimentos com grande destreza.
O figurino usado para fazer o filme é totalmente adequado para a história em questão, bem sutil e delicado muito bem escolhido pelas figurinistas Sophie Carbonell e Sophie De Rakoff.
A trilha sonora é bem agradável, dá a impressão de estarmos entrelaçados na história, e dá vontade de ver, e rever essa linda comédia romântica.

quarta-feira, 23 de abril de 2008

LIBERDADE DE ESCOLHA, LIBERDADE DE EXPRESSÃO

Apesar das garantias dadas a imprensa pela constituição de 1988, penso que hoje em dia os meios de comunicação tem mais liberdade de expressão do que há alguns anos atrás. Porque jornalistas, escritores e pessoas ligadas á qualquer meio de comunicação sofreram bastante represálias, quando queriam de alguma forma, colocar algo que não agradava aos seus governantes em seus veículos de comunicação. E com certeza aquele período de lutas resultou em uma nova geração de comunicadores com um pouco mais de liberdade de expressão. Apesar de muitos donos de jornais ainda sim, colocar em primeiro plano á sua visão do assunto, e não priorisando a notícia em si. Muitas das vezes se predendo a acordos políticos.
É saudável, porque todo e qualquer meio de comunicação que tem o comprometimento de informar, e passar credibilidade para aqueles que estão lendo, ouvindo ou assistindo, é importante para a sociedade. Porque se pararmos para pensar vamos ver que daquele tempo, até os dias de hoje melhorou bastante, não temos mais pessoas que precisem se exilar, e intimidações físicas.
Toda e qualquer restrição não é importante para sociedade, é importante sim, que os pais mostrem para seus filhos o que deve, ou não, ser visto nos canais de televisão, e ser lido em revistas. O estado por sua vez, não pode querer mostrar a seu modo o que é direito de cada um de nós o direito a liberdade de escolha.
Hoje a miséria humana( Programa do Gugu) é muito exposta na sociedade, assim como o apelação sexual(Pânico na tv). São modos de manter a audiência em alta, porque ainda há muitas pessoas que assistem programas com esse tipo de conteúdo, sempre quando tem bunda na televisão e miséria humana, os índices de audiência sobem. Porém cabe aos programas em questão, e a todos os outros, colocarem a faixa de idade de cada programação, como forma de mostrar para quem está assistindo, o quê pode, e o quê não pode para cada idade. A presença dos pais nessa questão é de tamanha importância, para educar o modo que seus filhos assistem, cada programação. Nas revistas acontece o mesmo, teria que haver uma melhor selação do que é lido pelas pessoas, as pessoas que compram esse tipo de produto é muito alto, e as empresas por sua vez continuam faturando em cima dessas pessoas.
Acredito que todos nós temos capacidade de selecionar melhor aquilo que devemos ler, ouvir e assistir, sendo assim, termos liberdade de escolha é de tamanha importância!

domingo, 6 de abril de 2008

Consumidores ou Consumidos?

Hoje, a grande transformação tecnológica tem limitado o público de uma maneira geral quanto ao que podem, ou não assistir. As mídias de massa não se vêem preocupadas com questões sociais, culturais e financeiras, que limitam os indivíduos quanto ao acesso das mesmas.

Deparamos - nos com preços abusivos em uma totalidade, que em sua maioria faz com que o indivíduo deixe de se vestir, ou até mesmo se alimentar, para seguir um padrão de consumo que não é o seu. Ou aqueles que se limitam a escravidão imposta por nossa sociedade, quando se fala em consumo.

O público passa a ser consumidor, e se vê enjaulado em um consumo que ele mesmo cavou deslumbrado por um mundo que muitas vezes não está ao seu alcance

A televisão é umas das mídias mais vistas nos tempos atuais, e a principal responsável por publicidades de alto consumo que instiga tanto adultos quanto crianças.

E falar de consumo nos faz refletir sobre a percepção que as pessoas deveriam ter em relação ao que entra em suas casas. Deveriam estar conscientes do que assistem e reivindicar por isso. Para que haja um crescimento como cidadãos e possam ter um razoável nível de conhecimento.

A carta dos direitos do público é uma forma que todo, e qualquer indivíduo tem de expressar o que pensa a respeito do que está vendo e ouvindo.

Mas antes de qualquer manifestação que é direito do todos, os indivíduos precisa saber separar o que de alguma forma, acrescenta, ou o não ao seu conhecimento. O programa do ratinho, por exemplo, é algo que acrescenta para a cultura dos telespectadores nos dias atuais? Ou seria mais interessante assistir a um telejornal que fala sobre as notícias de sua região e do Brasil de uma forma geral?